Vocês já pararam para pensar como seriam os slogans de determinadas marcas se eles realmente fossem 'sinceros' com os clientes?
Estava aqui na net pesquisando um material para uma postagem futura, quando me deparei com uma brincadeira dos internaltas sobre slogans de marcas famosas... e posso garantir, são no mínimo engraçadinhos, vai?!
Para alguns pode até parecer piada de mau gosto com o trabalho alheio, mas eu diria que se essas marcas, contempladas pelos "tiradores de sarro" com seus slogans sinceros, só foram lembradas graças ao trabalho brilhante de seus respectivos publicitários, que foram além do divulgar o produto e fizeram com que os slogans verdadeiros fossem inesquecíveis.
Parabéns pela criatividade dos slogans verdadeiros e sinceros...
sexta-feira, 6 de julho de 2012
segunda-feira, 25 de junho de 2012
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Se prometeu, agora cumpre!
Eu
não sei vocês, no entanto pra mim promessa é dívida. Pena que de uns tempos pra
cá tenho percebido nas pessoas certa falta de compromisso com a palavra dada. E
me perdoem os meninos, mas vocês então... aff, estão se tornando cada vez mais
mestres nesse assunto.
Sem
querer provocar a “guerra dos sexos” aqui, mas já provocando, quantas vezes
aquele carinha superinteressante ficou de ligar e não ligou; e o que falar da
ajudinha “extra” do irmãozão com as atividades em casa em um dia catastrófico,
a qual não “rolou”, óbvio né?!; ah, tem ainda a ‘liberdade’ depois dos 18
prometida pelo pai; o cineminha com o amigo que você não vê a muito tempo que não
saiu nem do papel, ou melhor, do e-mail; a aulinha de reforço com o primo nerd;
o acordo de entrega de trabalho com o professor mais rigoroso da escola –
afinal da próxima vez você vai (ou pelo menos deveria) se dedicar mais; o
aumento de salário solicitado ao chefe depois de fazer nada menos que o humanamente
impossível; os assuntos que nunca mais viriam à tona em outra briguinha de
casal voltam com força total quando seu namorado (marido, ficante ou qualquer
outro nome que você queira dar) repentinamente esquece do que havia sido
acordado – e ele faz isso com uma facilidade absurda! Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Parece
besteira, mas quantas vezes você não ficou aí esperando por aquele “te ligo
amanhã”, ou o “estarei pronta às 12h”, ou quem sabe o “passo aí daqui a pouco
pra te buscar” e também o sonhando “deixa que hoje eu lavo a louça”, mas nada é
tão destruidor quanto o poder de um “NUNCA MAIS EU FAÇO ISSO!” ou de um “PRA
SEMPRE”.
Posso até estar dando mais ênfase ao meu
discurso feminista, mas eu queria muito entender por que os homens geralmente
estão mais propensos a prometer e não cumprir do que nós, que mesmo tendo
certeza disso, ainda acreditamos! É lógico que as mulheres também tem cá suas
caídas e deixam de fazer algo que prometeram. No entanto a força do nosso “Eita,
esqueci!” ou “Desculpa, mas demorei pra me encontrar no guarda-roupas...” é
muito maior do que o “Eu não disse isso, foi você que entendeu errado” deles. E
se a gente for olhar direitinho, é fácil perceber que grande parte da culpa
está na nossa própria cultura, ou vocês acreditam que algum noivo reclama do
atraso da noiva só por causa da hora do convite? Ou melhor, tem algum cara aí
que já deixou de ficar com uma menina que ele sabe que já pegou o alfabeto
inteiro na balada só porque ela jurou que era só dele? (Foi pesado agora, né?! Tenho
certeza que vai aparecer pelo menos uns 20 dizendo que sim, só pra não
admitir... uahsuahushasuhauh)
Bem...
mas diferenças à parte, honrar com sua palavra não tem idade, sexo, cor ou
religião e muitas vezes aquilo que julgamos não fazer a mínima diferença pode
de fato magoar a outra pessoa. Se você acha chato quando acredita em alguém ou
alguma coisa que ela tenha tido e no final das contas acaba se decepcionando
então é bom que aprenda a não fazer isso com os outros. Prometer aquilo que
você sabe que tem grandes chances de não cumprir além de ser uma tremenda falta
de respeito para com o outro é desleal até com você mesmo.
O “X”
da questão não está simplesmente no fato de deixar de cumprir com algum
compromisso seu, mas o problema é quando isso vira um hábito. É dizer que vai
fazer e simplesmente ignorar. É cobrar confiança e jogá-la fora na primeira
oportunidade. É pedir desculpas agora, para repetir o erro daqui a cinco
minutos. É esquecer que só podemos colher aquilo que semeamos.
Não
estou dizendo que surgirão a partir de agora uma legião de robôs que calculam
cada passo dado e cada palavra dita só para não magoar nem criar expectativas
nos outros, mas ter o mínimo de bom senso ao tomar decisões que possam afetar a
terceiros já é um bom começo. E se o controle da situação não estiver em suas
mãos, um pedido de desculpas sincero nunca sai de moda.
Se
prometeu, agora cumpre! Mas se não der pra cumprir, converse...
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
1 Ano de blog hoje!!!
Pessoal, estou passando aqui só pra falar a vocês que estamos fazendo um aninho hoje!
Por isso, gostaria de agradecer a todos pelas visitas constantes, pela paciência (sim, pq eu reconheço q eu não faço posts, escrevo verdadeiros capítulos aqui!), pelos comentários, pelos e-mails e acima de tudo por compartilhar um pouco das minhas opiniões. Fico imensamente grata aos que conhecem de perto a importância de ter esse espaço aqui com vocês e que acreditaram nesse projeto, fazendo com que fosse possível dividir o que pra mim não é um sonho, é uma 'válvula de escape' nos dias difíceis... creiam, às vezes é muito difícil ser você mesma.
E não teria outra forma de agradecer a marca das 1.128 visualizações de páginas, senão repartindo com vocês minha alegria ao ver algumas das estatísticas do nosso blog:
* Foram 14 visualizações de página até o meio dia de hoje e 160 no mês de janeiro desse ano;
* Os posts mais visitados são: "E agora??? Com que roupa eu vou?" - 126, "Mensagem de boas vindas" - 103 e "Feliz dis dos namorados" - 65;
* Os sites de refência que mais trazem ao nosso blog é o Google com 372, o Yahoo Answers com 134, o Bing com 31 e o Facebook com 23;
* O navegador mas utilizado é o Firefox (40%);
* E por fim, o dado que mais de deixa entuasiasmada... Hj já temos visitantes do Brasil, Estados Unidos, Portugal, Alemanha, Angola, Itália, Japão, Emirados Árabes Unidos, China e Coréia do Sul.
Bem, é isso... espero que esse seja o primeiro de muitos anos que passaremos juntos, até pq ainda tem muita coisa pra ser dita, já que tema é o que não falta, não é?! Até breve...
Muito, muito, muito obrigada!
Thank you!
Danke!
Grazie!
ありがとうございました!
謝謝!
감사합니다!
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
S E P A R A Ç Ã O
Quando tive a ideia de falar sobre separação, o fiz pela quantidade de indagações que percebi 'rolarem' na cabecinha dos que de alguma forma cogitam (ou cogitaram) tal hipótese. São lembranças, atitudes, fatores psicológicos, enfim, tudo o que de algum jeito influencia um dos lados a finalmente dar o primeiro passo. Mas o que é mais difícil... admitir pra si mesmo que a relação não vai bem e precisa de um ponto final ou convencer o(a) parceiro(a) disso? É mais fácil deixar ou ser deixado(a)?
O tema é tão polêmico que se pararmos para analisar descobriremos meio mundo de músicas tratando dele, filmes com inúmeros exemplos de separações consensuais e litigiosas, novelas cujo o clímax sempre paira em pelo menos uma separação, e sem contar os diversos livros que tanto ajudam a lidar com a situação como os que a romantiza para minimizar seu efeito devastador no coração despedaçado.
Lidar com uma separação, de fato, não é fácil. Na maioria das vezes a coragem acaba dando lugar ao comodismo e o que poderia ser decidido de forma simples termina por se transformar em um 'mar' de desilusões. No entanto, faz-se necessário que se tenha bastante confiança ao se tomar um passo tão importante como este na vida do casal, pois para voltar atrás é preciso que os dois queiram, o que nem sempre acontece.
No ano de 2010, graças principalmente ao fim do prazo mínimo para dissolução do casamento, a taxa de separações atingiu seu maior patamar desde a década de 80. Dessas separações, 71% foram consesuais e 71,5% surgiram por iniciativa do sexo feminino, cuja média de duração foi de 16 anos de relação. Em contrapartida é bom salientar que o número de casamentos também aumentou (4,5% em comparação ao ano anterior). Esse blá blá blá todo serve para comprovar uma atitude que sem dúvidas vem sendo percebida por muitos de nós nos últimos anos: ficar preso em um relacionamento que já não é mais 'cor de rosa' é coisa de mulher do século XIX ou XX.
As mulheres cada vez mais têm percebido que podem e devem ser felizes. Antigamente, ser separada ou desquitada seria motivo para olhadas de despreso e por isso era preferível manter um relacionamento de fachada por anos a fio até que o dito cujo partisse para a "terra dos pés juntos" do que ser apontada por todos na rua. Outro fator que se levava em consideração era, e ainda é em alguns casos hoje, a dependência da mulher em relação ao homem. Dependência esta que não é só financeira, como se imagina a princípio, mas psicológica, emocional e, porque não, espiritual.
É bem verdade que quando a pessoa tem conciência de que sua relação com o parceiro deixou de ser saudável fica muito mais natural mostrar um caminho distinto para os dois ao outro, apesar de que trilhar seu próprio caminho já é fundamental em uma relação onde cada um preserva sua individualidade e por isso prolonga sua longevidade a dois. Não que a tarefa seja fácil e nem se tenha uma garantia de que tudo isso encerrou de vez ali, afinal a separação não significa que os envolvidos tenham que obrigatoriamente virar inimigos, contudo quando se há certeza que chegou a hora de cada um tomar seu rumo por mais difícil que seja para o outro aceitar cabe a você resistir.
Eu não estou aqui para bancar a destruidora de lares nem a aniquiladora de casamentos, por isso reitero tanto que é preciso ter bastante certeza dos seus sentimentos. A questão é que defendo o fato de que "é melhor estar só do que mal acompanhado", "quando um não quer dois não bringam", "águas passadas não movem moinhos" e "que seja eterno enquanto dure!". As pessoas precisam entender que sua felicidade não pode ser depositada como responsabilidade de terceiros. Eu só posso ser feliz se me sentir bem comigo mesma, o que nem sempre condiz com a situação pela qual estou passando no momento, cabendo única e exclusivamente a mim decidir o que realmente importa.
E se me permitem sugerir, um livro ótimo para essas horas é "Uma história de amor... com final feliz" de Flávio Gikovate. Gosto da sua abordagem porque ele mostra que o 'final feliz' do século XXI não decorre da fusão de duas metades e sim de dois inteiros que ao se relacionar podem prosseguir num novo molde de relação afetiva ou, se não der certo, encarar uma solidão saudável, pois o que realmente deve interessar é a busca pela sua felicidade.
Ah, e antes de encerrar nossa conversa, eu não poderia deixar de dizer pra vocês que tão difícil quanto se deixar alguém é ser deixado por quem ainda se ama. É preciso que 'os tempos' de cada um sejam respeitados para que as marcas e feridas sejam devidamente saradas e qualquer tipo de insatisfação não venha a ser levado a outros relacionamentos posteriores. Sofrer pelo que você fez é compreensível, mas sofrer por marcas de outras pessoas, ninguém merece!
Fontes:
http://g1.globo.com/brasil/noticia/2011/11/numero-de-divorcios-no-brasil-e-o-maior-desde-1984-diz-ibge.html
http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u390722.shtml
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Planeta Sustentável: realidade ou utopia?
Vivemos em um mundo de disparidades onde muitas vezes o mais importante para a vida deixa de ser o cuidado para com a preservação do meio ambiente, o qual vale salientar a inserção do ser humano nele, para ser com quanto se lucra com sua exploração.
Atingir ao que tão popularmente se chama de sustentabilidade não é tão fácil como parece. Ao contrário do que algumas pessoas pensam, ser sustentável não é deixar de utilizar os recursos naturais para seu benefício, e sim suprir suas necessidades e buscar o desenvolvimento utilizando-se dos recursos sem afetar a possibilidade das gerações futuras também suprirem suas necessidades. Perceba que a proposta da sustentabilidade não é apenas salvar o planeta protegendo os ecossistemas e abandonar a ideia de progresso, mas sim aproveitar-se de maneira correta dos recursos a fim de que esse progresso possa ser continuado pelas gerações futuras.
Para que esse valor da sustentabilidade seja de fato consolidado e consiga penetrar nos atos dessa sociedade, far-se-á necessário que cada um cumpra a sua parte. Construir um planeta sustentável é obrigação de TODOS. Governo, empresas, ONG’s e cada um dos cidadãos que habitam a Terra. Muitas vezes, pensar que alcançar esse padrão de qualidade de vida é tão utópico a ponto de nunca se tornar palpável é fechar os olhos para sua participação no rumo que o planeta caminha dia a dia.
Pequenas ações como realização de coleta seletiva destinada aos locais adequados, economia de energia elétrica, redução do consumismo de bens materiais com vida útil razoável (celular, computador, carro, por exemplo), colocar o lixo no lixo, utilização de ecobags, entre outras, são atitudes que se vindas de cada um, resultará em ações coletivas e refletirá diretamente e perceptivelmente na busca pela sustentabilidade.
Dessa forma, é compreensível que caminhar para a sustentabilidade do planeta é um desafio não só dessa geração, mas das que ainda virão e que continuarão os esforços trilhados por este caminho. Para isso, faz-se necessário que desde já compreendamos que nossas atitudes contemplem quatro ações básicas: ser economicamente viável, socialmente justa, culturalmente aceita e ecologicamente correta. E, então... que tal arregaçar as mangas e começar fazendo a sua parte?
(texto escrito em 21/10)
sábado, 1 de outubro de 2011
Se não for pra sempre que seja eterno enquanto dure!
... e foram felizes para sempre! Ops, peraí... Será que é mesmo possível transformar a clássica frase dos contos de fadas em realidade e viver eternamente apaixonado(a) ou isso é tão utópico quanto deixar Zé do Caixão, Tiririca e Didi a cara de Robert Partisson, Tom Cruise e Henry Cavill, respectivamente? Existe alguma probabilidade de se conviver com alguém por décadas sem perder aquele encantamento de início de namoro?
Pesquisadores das Universidades de Rutgers e Stony Brook, nos Estados Unidos, estão pesquisando se essa “fórmula do amor eterno” realmente existe e o resultado é no mínimo surpreendente para os que são categóricos ao acreditar que viver uma paixão intensa e duradoura não passa de uma ilusão perante nosso modo de vida atual.
Segundo as pesquisas, “O segredo da paixão eterna é a ativação de um circuito na área tegmentar ventral, uma região do mesencéfalo, no meio da cabeça”. Essa região é responsável pelo nosso sentimento de prazer. Nos casais que se disseram apaixonados por décadas percebe-se através de imagens computadorizadas a ativação desse circuito cerebral tal qual acontece com namorados recentes. Ou seja, a área tegmentar manteve-se a “pleno vapor” desde o início do relacionamento dos apaixonados veteranos.
No entanto, é importante esclarecer que viver eternamente apaixonado depende muito mais de “por quem você se apaixona” do que “o que te faz se apaixonar”. Em outras palavras, não existe um conjunto de regras os quais você possa manipular e assim criar/encontrar alguém com que fique a vida inteira. Para que a paixão seja duradoura você simplesmente precisa encontrar “a tampa da sua panela”, “a rosca do seu parafuso”, “a agulha do seu palheiro”... enfim, A PESSOA CERTA.
É incontestável que os avanços científicos dos últimos anos têm nos ajudado na busca pelo parceiro ideal, pois através da análise do mapeamento cerebral e do estudo da genética, conseguimos, por exemplo, descobrir porque muitas vezes nos apaixonamos por determinadas pessoas, enquanto outras que teriam tudo para ser “a pessoa ideal” não passam de nossas amigas. É importante levar em consideração também os questionamentos levantados pelos próprios cientistas, como: Até que ponto a ciência pode determinar por quem nos apaixonamos? Os sintomas clássicos do surgimento da paixão – o frio no estômago e as mãos suando – poderiam ser trocados por um impessoal exame de laboratório? Não sei vocês, mas ainda que a ciência consiga alcançar esse patamar, NADA substitui a emoção de sentir cada arrepio à flor da pele, cada batida acelerada do coração ou cada sorriso sem graça involuntário que te deixa com cara de bobo, não acham?
É lógico que não dá para passar o resto da vida esperando “O Cara” aparecer para você viver intensamente uma paixão; do mesmo jeito que ‘experimentar’ um ou mais “ficantes” por dia, ou melhor, por noite, não te levará a saber o que de fato é conhecer, nem que seja por um tempo, esse sentimento avassalador do amor platônico. Só é possível saber se a pessoa com quem você está é ou não o grande amor da sua vida se além daquela química perfeita e daquele desejo irrefreável pelo outro, você conseguir observar entre outras coisas que há respeito pela individualidade do outro, generosidade, compaixão, gratidão, admiração...
São esses pequenos detalhes com uma ajudinha da área tegmentar que farão sua relação perdurar eternamente. Mas se você chegou a conclusão que ainda não encontrou sua alma gêmea e a pessoa com quem você está não passa nem perto de ser seu príncipe encantado, não precisa se desesperar e sair correndo da relação... Enquanto ela for boa para os dois cada momento será vivido tão intensamente que parecerá eterno tanto quanto qualquer felizes para sempre.
Fonte:
http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI20994-15204,00-A+FORMULA+DO+AMOR+ETERNO.html
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